sábado, 7 de janeiro de 2017

DEPUTADO QUE ACABA COM A PUNHETA.

Parece piada. Mas não é. O deputado Marcelo Aguiar (DEM/SP) apresentou projeto de lei na Câmara Federal criando mecanismos de controle da internet para coibir a pornografia. O objetivo final é reduzir a masturbação, conhecida popularmente como punheta.

Como comentou há pouco a procuradora e blogueira Noelia Brito: “Tanta coisa importante para se discutir no país e um deputado preocupado com a masturbação”.

Falta alguém esclarecer ao parlamentar que a prática existe desde a idade da pedra ou mesmo a partir do momento que o homem e a mulher descobriram que têm sexo.

Não foi a internet que inventou o onanismo, bronha ou siririca, como também é conhecida a masturbação.

O problema (?) – e o deputado devia saber disso – é que o homem nasceu com um pinto e as mulheres com uma flor, para não usar a palavra vagina, que é muito feia.

Esse costume ou exercício só acaba se mutilarem os homens ou as mulheres, porque o desejo sexual é tão natural quanto a vontade de se alimentar, de fazer xixi ou coisa parecida.

Quanto não se consegue um parceiro ou parceira se faz o chamado "sexo solitário". Que é mais saudável do que transar com uma cabra ou cachorro. Pode parecer estranho a alguns leitores essa informação, mas pode crer que existem os que se aliviam com animais.

Se o objetivo do parlamentar é aparecer com destaque na mídia ele conseguiu. De ontem para hoje ele está nos jornais, sites e todas as redes sociais. Não é pornografia, mas viralizou na internet.  E está sendo alvo da maior gozação (no bom sentido).